Pensaremos o filme Elefante branco (Elefante blanco, 2012), de Pablo Trapero, a partir do espaço urbano que ele representa/cria. A ruína enquanto espectro, tanto do fracasso quanto da resistência, modulará a análise dessa produção, que aposta na mobilização de ideias que cercam um universo complexo como a favela – entre elas, além da imagem da ruína, a violência como elemento constitutivo da cotidianidade. Essa mobilização ocorre por meio da vivência de personagens alheios a tal mundo e que escolhem ser parte dele, mergulhando em uma trajetória de aprendizagem que, como tudo no filme, tem a dupla cara de destruição e de construção. Também faremos uma rápida exploração do espaço nos outros filmes de Trapero e das favelas no cinema argentino.

BARRENHA,Natalia Christofoletti. «Elefante branco (Pablo Trapero, 2012): Espaço urbano, ruínas e violência» in Ars vol. 17, n. 36. São Paulo: Universidade de São Paulo, 2019, págs. 191-216. doi:  10.11606/issn.2178-0447.ars.2019.145306. Disponível em: http://www.revistas.usp.br/ars/article/view/145306.

ELEFANTE BRANCO (Pablo Trapero, 2012): Espaço urbano, ruínas e violência